Tudo o que foi publicado na categoria ‘artigos acadêmicos’

ARTIGO

Design em Parceria: requalificação das fachadas dos comércios em comunidades periféricas

O artigo descreve o desenvolvimento do projeto de extensão Design em Parceria, que visa a realização de ações de design junto a comunidades periféricas da Região Metropolitana da Grande Vitória, ES. Se configura a partir de parcerias entre Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), lideranças comunitárias, profissionais de Design e Arquitetura, e a Ufes, com a participação de estudantes do curso de Design através do ProDesign Ufes, Laboratório de Projetos em Design da Ufes, materializando-se em pinturas de fachadas, desenho de equipamento urbano, design de ambientes, identidade visual, entre outras ações possíveis. Em 2022 e 2023, o projeto concentrou-se na requalificação de fachadas de comércios na região do Território do Bem, facilitando a comunicação com o público externo visitante, de modo a potencializar o comércio dos empreendedores participantes. Ressalta-se os impactos positivos para as comunidades e os estudantes nesse processo de interação, bem como os erros e os acertos ao longo do seu desenvolvimento. Demonstra-se ainda que a articulação entre diferentes atores acena para que o Design possa cruzar fronteiras de atuação, ampliando a possibilidade de diálogo em diferentes contextos, da mesma forma que é capaz de potencializar negócios locais

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

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Experiências com ensino de design da informação e visualização de dados

Neste artigo discorro sobre minha experiência no ensino de design da informação e visualização de dados nos cursos de Design da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e na Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi/Uerj).

terça-feira, 11 de julho de 2023

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Qualidade do ar: tecnologia calma, visualização de dados e engajamento cidadão

O artigo apresenta o desenvolvimento de um sistema de visualização de dados relativos à qualidade do ar na cidade do Rio de Janeiro. O projeto fundamenta-se na proposta de Tecnologia Calma de Weiser e Brown (1996), e o sistema de visualização de dados desenvolvido segue os princípios dos Sistemas de Informação Ambiente. A visualização de dados é tratada como ferramenta de empoderamento, numa perspectiva de propiciar a discussão e o engajamento do cidadão no contexto das Cidades Inteligentes. O projeto utiliza uma metodologia orientada pela experimentação e prototipação, mantendo ciclos sucessivos em que cada protótipo produzido é analisado criticamente, gerando subsídios para a versão seguinte. Parte-se de uma discussão sobre os conceitos de Tecnologia Calma, Sistemas de Informação Ambiente e Cidades Inteligentes, para em seguida descrever o desenvolvimento do sistema de visualização de dados, discriminando os processos envolvidos, tecnologias empregadas, os partidos adotados e resultados obtidos.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

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O espectador e sua atenção indeterminada: notas sobre os níveis de atenção do espectador no espaço expositivo

O artigo analisa a relação da atenção com a atividade espectatorial, considerando os conceitos de computação ubíqua e os códigos e meios propostos no espaço expositivo
contemporâneo. A partir da análise de artefatos tecnológicos elaborados para oferecer ao público experiências de interação com a arte,desenvolve-se uma reflexão sobre o uso da
atenção do espectador em espaços expositivos. Ao observar como o espectador percorre o ambiente expositivo hoje em dia, é comum notar que a tecnologia está bem próxima da atividade contemplativa. O embasamento teórico se desenvolve a partir de estudos sobre a tecnologia calma (Weiser e Brown, 1996) e suas correlações com a atenção do espectador

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

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Sistemas de Informação Ambiente: leitura e engajamento nas cidades inteligentes

Artigo sobre Sistemas de Informação Ambiente como uma ferramenta para repensar a participação dos citadinos no desenho das cidades. Publicado no livro Urbanidades: mediações, organizado pelos colegas Rogerio Camara e Fatima Aparecida dos Santos, da Universidade de Brasília.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

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Mapeamento de acessibilidade da Ufes: uma análise dos caminhos da Universidade Federal do Espírito Santo

O artigo trata do mapeamento de acessibilidade dos caminhos do campus Goiabeiras da Universidade Federal do Espírito Santo, para cadeirantes e para pessoas que apresentam alguma dificuldade de locomoção. Descreve-se a metodologia utilizada na análise dos caminhos, numa perspectiva de Design Centrado no Usuário, destacando-se a utilização da cadeira de rodas, que possibilitou identificar diferentes graus de dificuldade dos trajetos. Descreve-se ainda o sistema de representação desenvolvido para apresentar os resultados do diagnóstico, através de um mapa no qual pictogramas indicavam a natureza dos problemas encontrados, e os diferentes níveis de severidade percebidos nos trajetos eram indicados por padrões cromáticos.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

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Desenhe seu trajeto: visualização de dados sobre o uso do espaço e a participação de usuários no projeto de sinalização da Universidade Federal do Espírito Santo

O artigo discute a aplicação de métodos de Design Centrado no Usuário no desenvolvimento do projeto de sinalização da Universidade Federal do Espírito Santo. Descreve-se a metodologia utilizada na pesquisa com a comunidade da Ufes, que possibilitou identificar terminologias e marcos de referência utilizados pelos próprios usuários na descrição do campus da universidade. Destaca-se a aplicação de técnicas de visualização de dados para a identificação de padrões de comportamento do público frequentador do espaço. A partir da representação gráfica de trajetos descritos pelos usuários, foi criado um «mapa de trajetos» que permitiu perceber os trajetos com maior tráfego de pessoas, sendo possível distinguir rotas principais e secundárias. Essas informações serviram de base para a estratégia que orientou a localização dos elementos de sinalização a serem implantados no campus da universidade.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

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Computação nos objetos do cotidiano

Neste artigo discorro sobre a computação pervasiva e o que significa viver em um mundo onde os objetos passam a ter capacidade de processamento computacional. O artigo foi escrito especialmente para a edição comemorativa de 10 anos da revista Fonte, com o tema “Tecnologias inovadoras e seu impacto na vida do cidadão”. A revista Fonte é editada pela Prodemge, Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

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VixBus: informação em tempo-real sobre horários de ônibus em Vitória

O artigo propõe a utilização do Twitter para informar os horários de chegada dos ônibus aos pontos na cidade de Vitória (ES), valendo-se do sistema GPS instalado na frota municipal e dos dados do sistema online “Ponto Vitória”. Descreve o cenário em que se insere o problema, considerando o uso do Twitter por diversas entidades, bem como soluções encontradas em outras cidades. A partir da análise do contexto de Vitória, apresenta o projeto do sistema VixBus, detalhando sua viabilidade tecnológica, dinâmica de utilização, construção da versão experimental e, por fim, futuros desdobramentos.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

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Design de interação e computação pervasiva: um estudo sobre mecanismos atencionais e sistemas de informação ambiente

Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Design da PUC-Rio como requisito parcial para obtenção do grau de Doutor em Design. Investiga os diferentes mecanismos atencionais envolvidos na utilização de sistemas de informação ambiente. Para tanto, conceitua e delimita a “computação pervasiva” – a partir da qual componentes computadorizados passam a compor o ambiente e os objetos do cotidiano –, e discute as conseqüências do uso desta tecnologia, no que se refere aos impactos sociais, implicações ambientais, questões de segurança e privacidade, destacando o papel do design nessa problemática. Apresenta a evolução do design de interação, explicitando sua relação com o projeto de mídias interativas. Propõe ampliar o campo de atuação do design de interação, considerando que a tela do computador deixou de ser a principal interface com o ambiente digital, e que o projeto da interação no contexto da computação pervasiva exige uma abordagem sistêmica. Apresenta o conceito de tecnologia sem estresse (calm technology), de Weiser e Brown (1996), e aprofunda a discussão iniciada por estes autores sobre a necessidade de se projetar sistemas de informação que atuem na periferia de nossa atenção, com base nos estudos da Psicologia Cognitiva sobre mecanismos atencionais. Destaca os sistemas de informação ambiente como aqueles que mais se apropriam da idéia de apresentar informações sem exigir o foco de nossa atenção. Analisa doze sistemas de informação ambiente, investigando o modo como envolvem os mecanismos atencionais. Conclui que a definição original de Weiser e Brown (1996) não é suficiente para descrever a miríade de processos envolvidos com a captação da atenção, e aponta linhas mestras para o design de sistemas de informação ambiente, de maneira a considerar a dinâmica entre os diferentes mecanismos atencionais, o contexto de uso, o grau de engajamento do usuário, a influência da memória e a capacidade de habituação aos sistemas de informação.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

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